(Dayana Ilustra/Superinteressante)
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Introdução
Descubra as diferenças entre hibernação, brumação e diapausa, os fascinantes estados de torpor animal. Entenda como mamíferos, répteis e insetos se adaptam ao inverno, e conheça a rara ave que desafia a regra da migração, escolhendo uma longa soneca. Uma imersão no sono profundo da natureza.
Descubra a diferença entre hibernação (mamíferos), brumação (répteis) e diapausa (insetos).
Entenda como animais de sangue quente e frio se adaptam ao inverno rigoroso.
Saiba por que a maioria das aves migra em vez de hibernar.
Conheça o noitibó-de-nuttal, a surpreendente ave que hiberna por semanas ou meses.
Descubra a redução drástica do metabolismo e batimentos cardíacos durante o torpor animal.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Sim. O termo “hibernação” é usado para a longa soneca de animais “de sangue quente” (os endotérmicos , que autorregulam a temperatura do corpo), como ursos, morcegos e alguns roedores. No inverno, eles reduzem drasticamente o metabolismo, desacelerando a respiração e os batimentos cardíacos, e dependem da gordura estocada no verão para sobreviver.
No caso de alguns bichos de sangue frio (os ectotérmicos, que precisam do ambiente para regular a temperatura corporal), algo parecido acontece. Alguns répteis e anfíbios passam pela “brumação”, um estado de torpor mais leve do que a hibernação (o animal acorda de vez em quando para beber água, por exemplo).
Entre invertebrados, como insetos, a fase de soneca prolongada é chamada de “diapausa”.
Por que raramente comemos carne de animais carnívoros?
As aves, seres de sangue quente, não hibernam – quando as temperaturas baixam, elas tendem a migrar em busca de um clima mais ameno e de alimentos. Mas há uma exceção notável: o noitibó-de-nuttal (Phalaenoptilus nuttallii), nativo da América do Norte, que consegue reduzir seu metabolismo e ficar parado por semanas ou meses. Na língua hopi, do povo indígena do estado do Arizona, a espécie é chamada de hölchko – algo como “dorminhoco”.
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