(Getty Images/Montagem sobre reprodução)
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Introdução
Mais da metade da Amazônia afetada pelas secas de 2023/24 não se recuperará totalmente até 2030, a próxima grande estiagem. A pior seca já registrada (26,8% da floresta), agravada por El Niño e aquecimento global, causa solo mais seco, pobre e menor crescimento de árvores. Um alerta crítico.
Amazônia: Mais da metade das áreas secas em 2023/24 não se recuperará antes da próxima estiagem, prevista para 2030.
Pior seca já registrada: 26,8% da floresta alcançou seu ponto mais seco em 2023/24.
Consequências: solo mais seco e pobre em nutrientes, e menor crescimento das árvores.
Causas: fenômeno El Niño e as mudanças climáticas derivadas do aquecimento global.
Estudo internacional: Cientistas da China, França e EUA analisaram imagens de satélite desde 1992.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Mais da metade das áreas amazônicas afetadas por secas em 2023 e 2024 não deve se recuperar totalmente até a próxima estiagem. Essa é a conclusão de estudo (1) publicado por um grupo de cientistas da China, da França e dos EUA, que analisaram imagens capturadas por satélites a partir de 1992.
Os dados revelaram que a escassez de chuva em 2023/24 foi a pior já registrada, com 26,8% da floresta alcançando seu ponto mais seco. De acordo com o estudo, isso significa que as áreas mais afetadas não conseguirão se recuperar totalmente até a próxima grande seca, que está prevista para 2030 (nas últimas três décadas, a Amazônia teve uma grande seca a cada sete anos, em média).
As consequências disso são um solo mais seco e pobre em nutrientes e, consequentemente, um menor crescimento das árvores da floresta. Segundo os pesquisadores, o agravamento das secas na Amazônia se deve à ação do fenômeno El Niño e às mudanças climáticas derivadas do aquecimento global.
Fonte 1. Unprecedented Amazonian rainforests damage during the 2023–2024 droughts”.
