Meditar realmente limpa o cérebro

Meditar realmente limpa o cérebro

 (Nicholas Eveleigh/Getty Images)

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Introdução
Novo estudo da Universidade Vanderbilt revela que a meditação ativa o fluxo de líquido cefalorraquidiano (LCR) no cérebro de forma semelhante ao sono. O LCR, essencial para proteção e limpeza cerebral, pulsa durante a prática, removendo toxinas. Descubra como essa prática milenar impacta sua saúde cerebral.

Entenda as funções cruciais do líquido cefalorraquidiano (LCR) para o cérebro.
Como o LCR atua intensamente durante o sono, eliminando detritos cerebrais.
A surpreendente descoberta: a meditação organiza o fluxo do LCR de forma idêntica ao sono.
Detalhes do estudo da Universidade Vanderbilt que comprovou a conexão.
Benefícios potenciais da meditação na limpeza e proteção do cérebro.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

O líquido cefalorraquidiano é um fluido que banha o cérebro e tem as funções de proteger mecanicamente o órgão, distribuir nutrientes e limpar detritos resultantes da atividade cerebral.
O corpo produz cerca de 500 ml por dia desse líquido, que é especialmente ativo quando estamos dormindo: ele “pulsa” em ondas durante o sono, carregando toxinas para fora do cérebro. E isso, como um novo estudo (1) revela, também acontece se a pessoa está meditando.

Neurologistas da Universidade Vanderbilt, nos EUA, usaram exames de ressonância magnética para observar o cérebro de 37 pessoas, das quais 23 tinham o hábito de praticar meditação (já haviam acumulado milhares de horas dessa prática).

Eles constataram que, enquanto os voluntários estavam meditando, o fluxo de líquido cefalorraquidiano ficou mais organizado – e ele passou a circular como se a pessoa estivesse dormindo.
Fonte 1. “Neurofluid circulation changes during a focused attention style of mindfulness meditation”.

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