(Domínio público/Wikipedia/Montagem sobre reprodução)
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Introdução
O voto feminino tem uma história global de conquistas, da pioneira Nova Zelândia em 1893 à Arábia Saudita em 2015. Contudo, em 2021, foi proibido no Afeganistão. Recentemente, no Brasil, a validade do voto das mulheres foi questionada por influenciadores, gerando um amplo debate.
Nova Zelândia: pioneira no sufrágio feminino em 1893.
Arábia Saudita foi o último país a conceder o direito ao voto.
Afeganistão proibiu o voto feminino após a volta do Talibã.
Influenciadores brasileiros questionam o voto das mulheres.
Conheça a linha do tempo do voto feminino no Brasil e no mundo.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
O primeiro país a aprovar o sufrágio feminino foi a Nova Zelândia – graças a um amplo movimento sufragista liderado pela ativista Kate Sheppard, que reuniu dezenas de milhares de assinaturas em petições ao governo.
Desde então, as mulheres vêm conquistando o direito ao voto no mundo todo. O último país a oferecer o direito foi a Arábia Saudita, em 2015 (por lá, só há eleições locais, já que o governo federal é uma monarquia absolutista). No Afeganistão, o voto feminino foi proibido após a volta do Talibã ao poder, em 2021.
Nas redes, no entanto, um movimento de influenciadores questiona e critica o voto feminino. A questão voltou a chamar a atenção em junho, quando o influenciador Paulo Figueiredo, ligado à família Bolsonaro, disse que as mulheres “votam, estaticamente, muito mal”. Você pode ler mais sobre esse fenômeno na reportagem da BBC Brasil, também disponível no YouTube.
Abaixo, você vê uma linha do tempo de como o voto feminino foi conquistado no Brasil e no mundo.
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