(Getty Images/Montagem sobre reprodução)
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Introdução
PFAS, os “químicos eternos”, geram polêmica com seu uso em agrotóxicos, motivando processo contra os EUA. Enquanto isso, a contaminação em baleias do Atlântico Norte diminui, e um novo filtro promissor surge para destruir as substâncias na água, oferecendo esperança ambiental.
PFAS: “Químicos Eternos” em Agrotóxicos: A controvérsia sobre o uso de PFAS, substâncias persistentes, em inseticidas como o isocicloseram, já vendido no Brasil.
Processo contra o Governo Americano: ONGs acionam a Justiça nos EUA pela liberação de agrotóxicos com PFAS, alertando para riscos ambientais e de saúde.
Boas Notícias para as Baleias: Estudo de Harvard revela queda de 60% nos níveis de PFAS em baleias do Atlântico Norte, indicando sucesso de proibições anteriores.
Cientistas celebram redução de PFAS: A diminuição da contaminação se deve à suspensão da produção de alguns tipos de PFAS, como o PFOA, antes comum em panelas antiaderentes.
Inovação no Tratamento de Água: Pesquisadores da Universidade Rice criam um filtro 100 vezes mais eficaz na destruição de PFAS, com potencial para estações de tratamento.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Uso em agrotóxico vai parar na JustiçaOs PFAS (per e polifluoroalquis) são compostos químicos que juntam flúor e carbono, com ligações muito fortes entre si. Eles não se decompõem naturalmente. São usados em tecidos, tintas e embalagens de comida. E agrotóxicos: um grupo de ONGs está processando o governo dos EUA por ter liberado a comercialização do isocicloseram, um inseticida que contém PFAS. Ele é vendido no Brasil desde 2023.
Contaminação de baleias está diminuindoO nível de PFAS no organismo das baleias do Atlântico Norte caiu 60% entre 2001 e 2023. A conclusão é da Universidade Harvard, que analisou 271 amostras de fígado e músculo coletadas ao longo desse período (1). Segundo os cientistas, a contaminação diminuiu porque vários tipos de PFAS (como o PFOA, que era usado em panelas antiaderentes até 2013) deixaram de ser produzidos.
Novo filtro é 100 vezes mais eficazEle foi desenvolvido (2) pela Universidade Rice, nos EUA, é feito de cobre e alumínio e consegue destruir 100 vezes mais PFAS do que as tecnologias atuais. Segundo seus criadores, o filtro poderia ser instalado em estações de tratamento de água. O processo transforma os PFAS num composto de flúor e cálcio que não é tóxico, e pode ser descartado em aterros sanitários.
Fontes 1. Large declines in organofluorine contamination indicated by subarctic marine mammal tissues”; 2. “Regenerable water remediation platform for ultrafast capture and mineralization of per- and polyfluoroalkyl substances”.
